segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Aristocracia

Domingo de comes-e-bebes num magnífico casarão de veraneio de um conde, cuja linhagem da família herede remonta ao século 12.

Ao conhecer suas dependências internas, compreendemos a opulência com que os nobres gozavam na Idade Média. Será este casarão, resultado de uma das tantas indulgências concedidas pela Igreja, com títulos nobiliares em troca de benefícios financeiros que tanto enriqueceram o Vaticano?

Preferí me abster de tantas perguntas inúteis, afinal era uma festa. Estes panoramas serviram apenas de moldura à festa de casamento de uma amiga, ontem.
Uma cara amiga que escolheu este lugar para um singelo 'sim'. E elevou de um ponto percentual na escarsa estatística de casamentos no país.

3 comentários:

Adrina disse...

A vida moderna tem feito as pessoas perder um pouco o interesse por valores tradicionais, como o casamento e a instituições religiosas. Não sei se é bom ou ruim, mas nos meus poucos 30 anos tenho visto tantas modificações na estrutura social que não sei onde vamos parar.

Punksauro Nei disse...

Ei! Num lugar desses, eles tem que falar "sim" em pelo menos 30 idiomas - sem sotaque.

Besos!

LuMa disse...

Adrina:
Aquí, de fato, casa-se pouco e faz-se filhos menos ainda. As mulheres se casam por volta de 35 anos de idade, e o alto custo de vida faz desestimular ainda mais o desejo de filhos. A última média nacional, se não me engano, é de 0,6 filho por casal. A população do país só deixou de decrescer graças aos imigrantes.

Nei:
Se o fizessem, os convidados ficariam boiando. Eram todos da plebe,rs.